Eu me sinto sozinha é lá embaixo, no meio daquela multidão dispersa. Paz eu tenho aqui, no último andar, onde o mundo vem a mim através de telas fones fios cheques, pela janela que me im-pede ver demais, pelos empregados que chegam aqui já cansados. Bendito castelo que meu pai me comprou!..
Eu concordo, poderia ser delicioso me gastar no mundo. Mas sou amiga dos que acham melhor a solidão do que uma boa companhia. Que posso fazer? Eu odeio cheiros! Melhor ficar aqui, onde nem os urubus chegam...
Favor terminar no começo!
Esta extória dura enquanto durar a vontade. Ela se desenrola de narrador em narrador, de postagem em postagem, de linque em linque, de comentário em comentário, de revisão em revisão. O seu fim é não ter fim. Sendo assim, sintam-se em casa.
20 fevereiro 2007
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2 comentários:
hááá...
logo mais enton nos projct da rua lá?
demoro...
vivendo em TODOS os espaços
sem se arepender em olhar pra tras
logo tamo de volta
; D
Ah, mas é claro!
Imaginar a vida na rua me deixa ansioso; mas uma ansiedade diferente da dessa dona Marina de la Mancha...
Fala aí, estudante de história: a distinçao entre feudais e bárbaros só é confortável nas palavras, nao?
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