Favor terminar no começo!

Esta extória dura enquanto durar a vontade. Ela se desenrola de narrador em narrador, de postagem em postagem, de linque em linque, de comentário em comentário, de revisão em revisão. O seu fim é não ter fim. Sendo assim, sintam-se em casa.

20 fevereiro 2007

Paixão estranha

Hoje Marina teve um colapso nervoso quando tentava expurgar de si um quadro surreal. Ao seu leito, suplicaram-lhe pôr a mão na consciência, "desiste disso, meu bem, você vai acabar morrendo", ao que ela respondeu: não, definitivamente não; sem arte eu já morremos.

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