- Isso mesmo. Ame teu próximo - o distante é muito imprevisível.
- Eu não me amo, isso é coisa pra bicha; então pau no cu do próximo! E, aliás, você tá próximo demais, sua cabra. Vai dormir noutro canto!
- Tem gente que fala e não diz nada. Tem gente que diz sem falar nada. Mas o amor é tão tão tão tão... aiai!
- Então tira esse espelho da minha frente ou senão eu vou me pedir em casamento.
- Assim é.
- Ah, eu até amo, mas às vezes eu esqueço. E, olha, os outros também nem me ajudam a lembrar.
- I ♥ NY!
- Isso tem certo sentido. Mas há que se ter cuidado: se chega próximo demais, eu fico vesgo, e aí... cadê você?
- E esse senhor aí tinha sogra?
Favor terminar no começo!
Esta extória dura enquanto durar a vontade. Ela se desenrola de narrador em narrador, de postagem em postagem, de linque em linque, de comentário em comentário, de revisão em revisão. O seu fim é não ter fim. Sendo assim, sintam-se em casa.
20 fevereiro 2007
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