Ao ser questionada quando as velinhas não couberam no bolo, respondi à pequena:
A vida é como uma vela, minha neta. O corpo é a cera e a alma o fogo. O corpo só se move se houver fogo, a alma só se move se houver cera. Um move o outro; se comovem... e se consomem.
Favor terminar no começo!
Esta extória dura enquanto durar a vontade. Ela se desenrola de narrador em narrador, de postagem em postagem, de linque em linque, de comentário em comentário, de revisão em revisão. O seu fim é não ter fim. Sendo assim, sintam-se em casa.
21 fevereiro 2007
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