Favor terminar no começo!

Esta extória dura enquanto durar a vontade. Ela se desenrola de narrador em narrador, de postagem em postagem, de linque em linque, de comentário em comentário, de revisão em revisão. O seu fim é não ter fim. Sendo assim, sintam-se em casa.

16 fevereiro 2007

Desespelhança

Em sua busca individual pelo autoconhecimento de si mesmo, o dono do umbigo descobriu que seu espelho o impedia de ver o futuro chegando. Tropeçou num cadáver que havia no meio do caminho e, para seu desespelho irreparável, quebrou sua imagem em mil e um pedaços desiguais.

2 comentários:

náhungaro disse...

o q não falta são cadáveres

Anônimo disse...

Você tem razão, nádya. Hoje mesmo eu deparei com um desses cadáveres - e ele tentou falar comigo! Eu, é claro, saí correndo; morri de medo.